sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Crítica: Filme Deadpool

Deadpool já apareceu sendo derrotado em X-Men Origins: Wolverine (2009), mas em seu filme próprio mostra que está de volta. A trama traz muita violência, humor negro e muitos palavrões e, nessa onda de deboches que aparece o super herói saindo do tradicional e que a Marvel inovou em mostrar o lado negro das Comics, o que ninguém havia ousado antes.

Ryan Reynolds é Wade Wilson que descobre estar com câncer e busca a cura através de um programa clandestino de mutação de DNA. Reynolds além de fazer o papel principal também assina como produtor do projeto se dedicou arduamente para levar o filme adiante.
O filme parece óbvio com algumas piadas prontas e com flashbacks em excesso que parecem encher espaços vazios na trama, (técnica dominada apenas Wood Allen para contar histórias) não fez muito sentido nesse caso.

A citação de Curtindo a vida adoidado (1986) mostra a “quebra da quarta parede” (interação com o espectador) ao qual o personagem nos explica a técnica, deixando a trama em alguns momentos sem graça.

DEADPOOL. EUA, 16. 1h48 min. Direção de Tim Miller.Com Ryan Reynolds, Morena Baccarin, T.J. Miller, Ed Skrein, Gina Carano, Leslie Uggams, Brianna Hildebrand, Michael Bernyaer.

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