segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Ponta Grossa: Escolas recebem Concertos Percussivos

Diversos ritmos e sonoridades irão invadir nesta terça-feira (21) o saguão da Escola Municipal Humberto Cordeiro. Alunos, professores e funcionários poderão participar de duas apresentações do projeto “Concertos Percussivos nas Escolas”, que leva ao público a sonoridade de 22 instrumentos musicais através de ritmos como samba, xaxado, forró, baião, maracatu, bolero salsa, mambo, blues, rock e funk americano.
As ações fazem parte do projeto Concertos Percussivos nas Escolas, do músico Ricardo Corrêa, que foi aprovado pelo Ministério da Cultura através da Lei Rouanet e tem o apoio da Belgotex do Brasil, do BRDE e do Colégio Sepam. O projeto também prevê projeções dos instrumentos e suas utilizações como meio de promover a acessibilidade de comunicação.

Na semana passada a Escola Municipal General Aldo Bonde recebeu duas apresentações, reunindo mais de 1000 alunos. Para a professora Bernadete Brucalo , foi uma importante oportunidade de os alunos conhecerem os instrumentos musicais, terem contato com diversos ritmos, exercitando a escuta e a percepção. A diretora da Escola, Cleo Santos, relata que alunos cegos que participaram das apresentações se sentiram motivados. “Também temos alunos com altismo, que nos surpreenderam. Achamos que talvez pudessem se sentir incomodados com o som, mas ao contrário gostaram muito. Foi um bonito trabalho de inclusão também”, enfatizou.

O projeto surgiu da necessidade que o músico Ricardo Corrêa identificou de levar ao público infanto-juvenil mais conhecimento sobre a música e acesso à história e sonoridade dos instrumentos musicais. “A partir desse experiência os alunos tem condições de prestar mais atenção na parte instrumental das músicas e identificar como o ritmo é construído”, salienta. “É um exercício para aprender a ouvir e apreciar a boa música”, define.

Durante os concertos são realizadas performances com instrumentos como pandeiro, tamborim, bumbo, ganzá, zabumba, triângulo, agogô, alfaia, caixa, agogô, xequerê, tumba ou conga, bongo, güiro, claves, cowBeII, cajon e shake (ovinho), berimbau, pandeiro de couro, caxixi e bateria. Esse conjunto dá uma ideia da diversidade com que a música pode ser trabalhada. Cada instrumento é apresentado individualmente para que o público conheça um pouco da sua história, do seu timbre e saiba em que ritmos é utilizado predominantemente. A meta do projeto é realizar 20 apresentações até o final do ano.

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